AMURC articula junto aos secretários de agricultura, manifesto em defesa da cacauicultura

Secretários de Agricultura e Meio Ambiente dos municípios associados a AMURC estiveram reunidos nesta segunda-feira, 2, para alinhar estratégias em prol da cacauicultura da região. Ao mesmo tempo, foi elaborado um documento reivindicando ao Governo do Estado e ao Ministério da Agricultura, medidas urgentes contra a desvalorização do cacau nacional e a regulação do regime de drawback (regime de isenção de tributos).

O ofício construído pela AMURC, em conjunto com os secretários que compõem o Fórum Regional de Agricultura e Meio Ambiente (FREADE), destaca a profunda preocupação com a sustentabilidade econômica da lavoura cacaueira, tendo em vista que o produtor baiano enfrenta uma crise de preços provocada pela entrada massiva de cacau africano, facilitada por distorções no uso do regime de drawback.

Durante o diálogo, os secretários avaliaram que o cacau importado entra em território nacional com custos de produção que não refletem as exigências socioambientais impostas ao produtor brasileiro. “Além disso, o uso estratégico do drawback pelas indústrias processadoras tem servido para pressionar os preços internos para baixo, preterindo a amêndoa nacional e asfixiando a economia regional”, destacou o ofício assinado pelos secretários.

De acordo com a secretária executiva da AMURC, Rita Souza, a pauta do cacau é um assunto de interesse da AMURC, desde a sua fundação. Nesse sentido, “a Associação, através do presidente Elder Fontes, está comprometida em continuar articulando as políticas necessárias, junto as esferas estaduais e federais, para atender as demandas urgentes da cacauicultura”.

Reivindicações

O documento reivindica: A revisão imediata das normas de importação, com foco na proteção fitossanitária; A fiscalização rigorosa e restrição do regime de drawback para empresas que não comprovem a absorção prioritária da safra local, bem como a redução de vigência das autorizações para importação. Exigência de 35% do cacau como cota mínima na formulação do chocolate e produtos subsequentes; 

Maior presença do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica no acompanhamento do desequilíbrio no mercado interno do cacau, promovido pela redução artificial dos preços pela indústria brasileira de chocolate; Apoio governamental para mecanismos de sustentação de preço ao produtor, tomando como referência o preço internacional baseado em bolsas de mercadorias.

NOTA DE APOIO AOS CACAUICULTORES

A AMURC se solidariza com os produtores de cacau da nossa região, que estão sofrendo com a queda acentuada no preço do cacau. Um cenário que tem comprometido a sustentabilidade da atividade e a renda dos produtores. 

Nós colocamos à disposição dos municípios da região cacaueira para contribuir com a mobilização de esforços, em busca de soluções concretas para toda a classe produtora.

A nossa luta é pela valorização do cacau na nossa região, pois entendemos que o produto continua sendo uma fonte essencial para a manutenção da economia.

A AMURC assina Termo de Cooperação com o Ministério da Igualdade Racial

O Presidente da AMURC, Elder Fontes, assinou, no dia 16 de janeiro, o Termo de Cooperação Técnica com o Ministério da Igualdade Racial, aderindo ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR, durante a solenidade “Caminhos Abertos para a Igualdade Racial” na Bahia.

Ao firmar o compromisso, a Associação amplia a possibilidade dos municípios associados da AMURC, que manifestarem interesse, de ter acesso às seguintes políticas públicas: Política Nacional de Povos de Terreiro e Comunidades de Matriz Africana, Plano de Juventude Negra Viva e Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola.

A AMURC assina Termo de Cooperação Técnica com o Ministério da Igualdade Racial, nesta sexta, 16

A Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano, representada pelo presidente Elder Fontes, estará aderindo ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR, durante a solenidade "Caminhos Abertos para a Igualdade Racial na Bahia, nesta sexta-feira ,16/01, em Camaçari.

Ao aderir ao SINAPIR, a Associação amplia a possibilidade dos municípios associados da AMURC, que manifestarem interesse, de ter acesso às seguintes políticas públicas: Política Nacional de Povos de Terreiro e Comunidades de Matriz Africana, Plano de Juventude Negra Viva e Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola.

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Serviço:

O que? A AMURC estará aderindo ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR do Ministério da Igualdade Racial

Como? O ato acontece durante a Solenidade “Caminhos Abertos para a Igualdade Racial” do Ministério da Igualdade Racial

Onde? Cidade do Saber – Camaçari

Quando? 16/01 (sexta-feira), das 13 às 16h30 


Programação:

13h - Atividades paralelas: Reunião de Gestores de Promoção da Igualdade Racial e Apresentação de Pesquisas sobre Políticas de Igualdade Racial

15h - Início da Cerimônia Oficial  (apresentação das políticas e fala das autoridades)

16h30 - Encerramento

Poder Público e sociedade civil dialogam sobre o diagnóstico para recuperação da Bacia do Rio Cachoeira

A AMURC, juntamente com representantes da sociedade civil organizada e do Poder Público realizaram um encontro nesta terça-feira, 16, no Centro de Cultura Adonias Filho, para a apresentação do diagnóstico e estratégias de mitigação das Macrofitas (Baronesas) no Rio Cachoeira.

O documento foi apresentado pela bióloga e analista ambiental, Thais Helena Prado, com a participação da coordenadora de projetos, Mara Luce Borges, ambas representantes da empresa Nippon Koei Lac, contratada pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).

O trabalho com diagnóstico atualizado em outubro de 2025, levou em conta as contribuições técnicas das universidades e institutos. Os dados foram construídos a partir de um levantamento detalhado do cenário atual, com o envolvimento de uma equipe multidisciplinar de especialistas. O resultado propôs uma série de proposições sobre como os municípios podem agir à curto, médio e longo prazo. 

A secretária executiva da AMURC destacou que a reunião foi uma iniciativa do Poder Público e a provocação da sociedade civil, com o objetivo de envolver os órgãos municipais, estaduais, Ministério Público, empresas de saneamento e representantes da sociedade civil organizada em um diálogo coletivo. “O desafio é construir o debate no âmbito da construção participativa, com a amplitude de ideias”.

As proposições objetivam trabalhar as seguintes temáticas: Saneamento, qualidade da água, controle e manejo da Biomassa; Agropecuária Sustentável e Uso do Solo; Reabilitação de Habitat Aquáticos e Marginais; Educação Ambiental e Sensibilização Comunitária; Gestão Socioambiental Integrada e Governança; Resíduos Sólidos. 

Como encaminhamentos, foram criados Grupos de Trabalhos com base nas proposições apresentadas pelo estudo técnico. Ao mesmo tempo, deverá ser construído um plano de ação integrado, e, em tempo buscar apoios junto aos órgãos competentes.

AMURC
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