Hospital de Base implanta Unidade de Coleta de Sangue
A Secretaria Municipal da Saúde está investindo, juntamente com a Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), na implantação da Unidade de Coleta de Sangue do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, que começa a operar ainda este mês, com capacidade para captar uma média de 800 bolsas por mês. Hoje, Itabuna tem um teto de 1,4 mil bolsas estabelecido pelo Ministério da Saúde, mas que precisa ser ampliado porque são realizadas na cidade cirurgias cardíacas e bariátricas.
O coordenador da Unidade de Coleta, Rosildo Ribeiro, explica que o projeto vai mobilizar uma equipe de dois enfermeiros, seis técnicos e duas recepcionistas, que vão operar com quatro hemomix e uma microcentrífuga, além de duas balanças de coleta e equipamentos de apoio, com uma infraestrutura para atender a até quatro pessoas por vez.
A meta, segundo ele, é captar uma média de 40 unidades por dia, o que vai permitir atender à demanda do Hospital de Base, que funciona como uma unidade de referência e recebe pacientes de municípios do Sul, Extremo Sul e do Sudoeste da Bahia. A nova unidade vai funcionar junto ao setor de hemodinâmica do Hospital de Base.
Orientações
A doação de sangue obedece a uma série de normas definidas pelo Ministério da Saúde, uma vez que há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, e visam à proteção ao doador e à segurança de quem vai receber o produto.

O doador deve apresentar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação); estar bem de saúde; ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 67 anos; pesar mais de 50 Kg; não estar em jejum e evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.
São considerados impedimentos temporários: febre, gripe ou resfriado, gravidez; pós-parto - parto normal, 90 dias e cesariana, 180 dias -; uso de alguns medicamentos ou pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis.






































